Manchetes do dia – 6.1.2026

Hora do Povo – O ministro do Trabalho e Emprego Luiz Marinho apresentou os resultados do Novo Caged com os dados de novembro do ano. O país gerou 85.864 postos de trabalho no mês, resultado de 1.979.902 admissões e 1.894.038 desligamentos. Dos postos de trabalho gerados, 68,9% podem ser considerados típicos (59.160) e 31,1% não típicos (26.704), majoritariamente contratados por trabalhadores temporários (+18.088) e intermitentes (+13.481), correspondendo à sazonalidade do período no comércio e nas atividades de serviços.

Vermelho –  Com 26 vetos ao texto aprovado pelo Congresso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. A União trabalhará em 2026 com um orçamento total de aproximadamente R$ 6,5 trilhões. Pelo menos R$ 1,82 trilhão será destinado ao pagamento da dívida pública. Entre os vetos, destaca-se o que previa o pagamento de emendas parlamentares não pagas entre os anos de 2019 a 2023.

Hora do Povo – Paulo Kliass: o BC também costuma frequentar as manchetes da imprensa por outra ordem de razões. Refiro-me aqui às atribuições do Comitê de Política Monetária (COPOM). Afinal, os integrantes do colegiado que tem por responsabilidade a definição do patamar da taxa oficial de juros são os próprios diretores do banco.

Sputnik– O líder democrata na Câmara dos Representantes, Hakeem Jeffries, rejeitou as alegações do governo Trump de que a intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela foi uma operação policial, classificando-a como um “ato de guerra” que exigia autorização do Congresso. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, havia afirmado que a operação norte-americana na Venezuela não precisou de aval do Congresso porque “não constituiu uma invasão ou ocupação do país”, mas sim uma ação policial para prender o presidente venezuelano.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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