Hora do Povo – “A inflação e expectativas seguem fora do que é a meta, isso é um ponto de bastante incômodo para o Banco Central, mas estamos falando de uma inflação que está num processo de redução e retorno para a meta”, disse Galípolo no Fórum Econômico Indonésia-Brasil, em Jacarta. “A economia brasileira vem passando por um ciclo de crescimento contínuo … e ainda assim com nível de inflação que, apesar de fora da meta, o que demanda o Banco Central permanecer com uma taxa de juros num patamar elevado e restritivo por um período prolongado para que a gente possa produzir essa convergência”, declarou.
Jornal GGN – Sem divulgação, sem publicidade, sem nota na imprensa, o Banco Central firmou um acordo de leniência com o ex-presidente Campos Neto, pelo qual, mediante o pagamento de uma multa de R$ 300 mil, ele se livrou de todas as acusações de ter participado de um esquema de lavagem de dinheiro, com provável envolvimento do PCC. As investigações tiveram origem em um Relatório de Inteligência Financeira, a partir de movimentações bancárias suspeitas ligadas à negociação de criptoativos.
Hora do Povo – O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o rei das “rachadinhas”, sugeriu que o governo dos Estados Unidos ataquem com bombas o território brasileiro. Quer que os mercenários de Trump façam aqui o mesmo que têm feito nas regiões costeiras da Venezuela e da Colômbia com o pretexto descabido de combater o tráfico de drogas. As tropas americanas estão assassinando pescadores a sangue frio numa provocação aos países da América do Sul e às leis internacionais. Flávio quer que Trump faça o mesmo nas praias do Brasil.
Vermelho– Enquanto na Europa líderes políticos como Sanna Marin, ex-primeira-ministra da Finlândia, defendem semanas de quatro dias e jornadas de seis horas, empresas de tecnologia nos Estados Unidos promovem o modelo “996” — trabalhar das 9h às 21h, seis dias por semana — como um símbolo de dedicação extrema e diferencial competitivo. O contraste ilustra uma tensão profunda entre o avanço tecnológico, que prometia reduzir o esforço humano, e um mercado que insiste em intensificá-lo. Em um extremo, políticas de bem-estar e produtividade sustentável; no outro, o retorno da cultura do esgotamento travestida de meritocracia.





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