
De acordo com a equipe internacional sob liderança sino-espanhola, camundongos tiveram a doença revertida após a aplicação de três injeções de nanopartículas, informa Koutroularis em seu Universo Desconhecido.
Pesquisadores utilizaram modelos de camundongos geneticamente programados para desenvolver sintomas de Alzheimer, como o acúmulo da proteína tóxica beta-amiloide (Aβ) e declínio cognitivo significativo.No entanto, a descoberta mais impressionante foi o efeito a longo prazo. “Apenas uma hora após a injeção, observamos uma redução de 50-60% na quantidade de Aβ no cérebro”, explica Junyang Chen, coautor sênior do estudo e pesquisador da WCHSU. No entanto, a descoberta mais impressionante foi o efeito a longo prazo.
Esta conquista, resultado da colaboração internacional, representa um passo significativo e promissor em direção a um tratamento que poderá, no futuro, melhorar drasticamente a vida de milhões de pessoas afetadas por esta doença devastadora.

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