Hora do Povo – Em 2022, 35,3% dos trabalhadores recebiam apenas um salário mínimo ou menos, enquanto apenas 7,6% das pessoas ocupadas na época ganhavam mais de cinco salários mínimos, de acordo com dados do Censo Demográfico de 2022, divulgados IBGE. A faixa de renda com a maior concentração de pessoas naquele ano foi a de mais de 1 a 2 salários mínimos (32,7%), seguida daquela que continha mais de ½ a 1 salário mínimo (com 24,2%). A pesquisa foi realizada em 2022. Naquela época, o piso salarial estava fixado em R$ 1.212.
Hora do Povo – O presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luiz França, voltou a criticar a taxa básica de juros (Selic) praticada no país – responsabilizando a política monetária pela dificuldade de acesso ao crédito imobiliário. Abrindo o Incorpora 2025, maior evento anual do setor, França afirmou que a cada elevação da Selic, milhares de famílias deixam de ter acesso ao crédito imobiliário, em coro com outros setores da economia que pedem a redução da taxa básica de juros. Atualmente em 15% ao ano, a taxa básica de juros imposta pelo BC condena o desenvolvimento econômico do país.
Jornal GGN – Maria Carolina Ruy: qual ideia de país, de desenvolvimento e de classe trabalhadora está por trás das mudanças que, ao longo de oito anos, se consolidam criando novos – e piores – parâmetros de trabalho, como os trabalhadores por aplicativos? Seuge o debate sobre os retrocessos sociais causados pela reforma, como o crescimento do trabalho informal, a perda de direitos, o enfraquecimento da fiscalização, o aumento da precarização e o enfraquecimento dos sindicatos como estratégia para o processo de desregulamentação.
Vermelho – O Ministério do Comércio da China chamou de hipócritas as tarifas de 100% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos chineses. “Se os EUA persistirem em agir unilateralmente, a China tomará resolutamente as medidas correspondentes para salvaguardar seus direitos e interesses legítimos”. Para os chineses, ameaçar impor tarifas altas a qualquer momento não é a forma correta de lidar com a China. “Nossa posição sobre guerras tarifárias é consistente: não queremos brigar, mas não temos medo de brigar”, disse o ministério.





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