Engenharia pela Democracia – Miguel Manso: como alertava Celso Furtado: “Subdesenvolvimento não é fase do capitalismo, mas seu produto periférico”. A crise atual é a oportunidade para romper esse ciclo. O caminho não é o protecionismo retrógrado, mas um projeto de nação que una justiça social, complexidade industrial e inserção internacional soberana.
O tempo e a oportunidade para essa virada é agora!
Apito Brasil – O .A recente inclusão do ministro Alexandre de Moraes em uma lista de sanções da OFAC, agência do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos responsável por políticas de sanções financeiras e comerciais, levanta importantes questões sobre os limites da jurisdição internacional e os deveres das instituições financeiras brasileiras diante de medidas unilaterais de governos estrangeiros. Mais do que um episódio diplomático, trata-se de uma provocação à autonomia normativa do Brasil e ao equilíbrio institucional que sustenta o Estado Democrático de Direito.
Hora do Povo – Muito mais próximo da realidade estava José do Patrocínio quando, muito antes de Freyre, apontou que a monarquia era a superestrutura da escravidão. Literalmente: “É um fato histórico que a Monarquia só se fundou no Brasil por ser a da escravidão. (…) A Monarquia é o penhor da escravidão. (…) A Monarquia no Brasil fundou-se para garantir e não para extinguir a escravidão. (…) A escravidão e ela [a monarquia] formam uma equivalência.(José do Patrocínio, A Campanha Abolicionista, MEC, s/d).
Globo – Para os Estados Unidos, há um duplo objetivo com as tarifas. O primeiro, endógeno, é reindustrializar o país no contexto da agenda do movimento Make America Great Again, que busca reverter o declínio de sua hegemonia. Afinal, o protecionismo já foi um caminho bem-sucedido trilhado pelos Estados Unidos para se tornar a potência hegemônica no século XX. Alexander Hamilton que o diga.




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