Manchetes do dia – 11.6.2025

Hora do Povo – A Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), investigada por descontar indevidamente de aposentados e pensionistas, conseguiu manter seu esquema no governo Bolsonaro com trocas no INSS, que avaliava a possibilidade de fraudes em documentos usados pela entidade para conseguir descontar as mensalidades de associação de aposentados e pensionistas diretamente junto ao órgão, que ocorre por meio do Acordo de Cooperação Técnica (ACT).

Aepet –  O Brasil vive sob o domínio de uma narrativa que se tornou senso comum: o Estado está sempre à beira da falência, os gastos públicos são intrinsecamente perigosos, e qualquer política que beneficie a população através do aumento de gastos governamentais representa um risco fiscal inaceitável. Esta narrativa não é acidental – é uma construção deliberada que serve aos interesses de quem lucra com a manutenção da escassez artificial em economias monetárias e capitalistas, os rentistas.

Vermelho –  O Comitê de Direitos das Crianças da instituição recomendou que o Brasil adote medidas para proibir a militarização das instituições públicas de ensino nos âmbitos municipal e estadual. Segundo a ONU, a militarização das escolas reforça a discriminação racial e piora a alta mortalidade infantil, em um país que já sofre com frequentes mortes e desaparecimentos de crianças durante operações militares e policiais em favelas e áreas urbanas pobres.

Sputnik – “A UE nos prometeu paz, mas agora tem dirigido toda a sua energia para o projeto de uma guerra planejada. Devo dizer: hoje, todas as comissões temáticas do Parlamento Europeu estão ativamente, diria patologicamente, empenhadas em preparar a guerra no Leste. Nós, europeus, que conhecemos o preço do derramamento de sangue, não queremos a guerra, não queremos líderes que brincam de soldados”, disse Le Pen durante o seu discurso no evento.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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