Manchetes do dia – 24.4.2025

Vermelho – Os seis denunciados, do chamado Núcleo 2, são apontados como “gerentes” das ações golpistas para manter Jair Bolsonaro no poder e impedir que o presidente legitimamente eleito tomasse posse. Eles responderão pelos mesmos crimes imputados ao Núcleo 1 do qual faz parte Jair Bolsonaro e mais sete: Abolição violenta do Estado Democrático de Direito, Golpe de Estado, Organização criminosa e crimes contra o patrimônio público.

Jornal GGN – Ministro Alexandre de Moraes: “se o que aconteceu no Brasil acontecesse na sua casa, você pediria anistia a essas pessoas?”, indagou Moraes. “Se um grupo armado, organizado, ingressasse na sua casa, destruísse tudo, com a finalidade de fazer o seu vizinho mandar na sua casa, afastando você e sua família do comando com violência, destruição e bombas… Haveria perdão?”

Hora do Povo –  Lembramos os 40 anos da trágica partida de Tancredo Neves, pouco antes daquela que seria a sua posse como presidente da República, após a derrota do candidato da ditadura no Colégio Eleitoral. O ex-governador mineiro fazia parte da grande geração de políticos que se destacou no Brasil na fase da ofensiva popular final contra o regime antinacional que havia sido implantado no país com o golpe de 1964.

Sputnik – No início do mês, o promotor argentino Sebastián Basso pediu um mandado de prisão internacional contra o líder espiritual do Irã, pelo planejamento e pela execução de um atentado contra a Associação Mutual Israelita Argentina em 18 de julho de 1994. No ataque, terroristas explodiram uma bomba do lado de fora do prédio da associação hebraica, matando 85 pessoas e ferindo outras 300. Até hoje, o atentado terrorista, cuja culpa recaiu sobre o movimento libanês Hezbollah, é o mais mortal a acontecer em toda a América do Sul.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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