Hora do Povo – edição nº 3.992

Toda a verdade em 8 páginas

O BC quer derrubar o crescimento econômico, os investimentos privados e públicos e a geração de empregos no país a pretexto de conter a inflação no Brasil, que vem sendo causada principalmente por fatores externos, como o aumento pontual de algumas commodities alimentícias no mercado internacional, como café e carnes, por exemplo, além da especulação do próprio dólar – que são elementos que não podem ser afetados pelo aumento dos juros. Leia na íntegra a matéria da manchete.

Política

“Dudu Bananinha” abandona Brasil com medo de ser preso, sem a anistia pedida em pequeno ato de Bolsonaro, ornado com a bandeira americana. Moraes age para que big techs sejam controladas e militares imporão sanções a golpistas de farda; Ligado ao PCC, Gusttavo Lima desiste de ser candidato à Presidência.

Economia

Crédito consignado não evita inadimplência de 69 milhões de brasileiros e com aluguel aumentando muito; governo procura aliviar a situação com maior isenção de IR e financiamentos públicos à indústria. Juro alto não controla inflação, mas traz lucro extraordinário a planos de saúde.

Geral

Enquanto Tarcísio reduz o ensino escolar presencial no Estado de São Paulo, Cotia recebe água suja da Sabesp privatizada. Em protesto contra os juros altos, que está levando a miséria ao povo, movimentos sociais e sindicatos pedem o fim da carestia, com o controle de preços dos alimentos; assassinos de jovem congolês são condenados na Justiça.

Internacional

Israel quebra cessar-fogo e chacina centenas de palestinos; na Síria, muitos são os mortos alauitas pela ditadura terrorista. Enquanto nos EUA estudantes são presos e venezuelanos são deportados à margem da justiça, a China baseia seu desenvolvimento no consumo interno e a Rússia retoma Sudzha; astronautas agora podem voltar à Terra.

Destaque:

Já passa da hora de o mundo enterrar o neoliberalismo, afirma Sergio Cruz em artigo da página 8.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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