Os falsos patriotas continuarão a bater continência para Trump?

O deputado federal paulista Orlando Silva lembra a referência, nada elogiosa, ao Brasil do presidente estadunidense logo em sua posse: “eles precisam de nós mais do que precisamos deles”.

No acumulado, desde 1997, os EUA detêm um saldo na balança comercial com o Brasil de 48,21 bilhões de dólares, segundo o Ministério da Indústria e Comércio Exterior. Mas o número é bem maior de acordo com a Câmara Americana de Comércio, chegando a 100 bilhões de dólares em uma década. Por qualquer das fontes, não é nada desprezível.

Depois das humilhantes deportações de brasileiros algemados, Trump assinou ato para aplicar tarifas de 25% sobre todo o aço e o alumínio importados pelos Estados Unidos, medida protecionista que, se realmente for adiante, impactará terrivelmente a indústria brasileira, segunda maior fornecedora de aço para aquele país. No ano passado, as siderúrgicas nacionais forneceram 4,08 milhões de toneladas de aço aos EUA, cerca de 15% do volume da importação estadunidense deste produto.

Há mais prejuízos para o Brasil, aponta Orlando. O que dirão os “barrados no baile” na posse do gangster, segundo o renomado ator Richard Gere, na Casa Branca.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

2 comentários em “Os falsos patriotas continuarão a bater continência para Trump?

Deixe um comentário