Manchetes do dia – 3.1.2025

Jornal GGN –  Luís Nassif: a partir da eleição de Lula, em 2022, começou um processo lento e delicado de remontagem das instituições, cujos pontos altos foram os inquéritos das fake news e de 8 de janeiro, tocados pelo Ministro Alexandre de Moraes, e, agora, a medida visando moralizar as emendas parlamentares, de autoria do Ministro Flávio Dino. 2025 será a prova de fogo. Se o Lula de 2008 não reaparecer, o país será um barco à deriva.

Hora do Povo – Neste 1º de Janeiro, prefeitos e vereadores eleitos no último pleito tomaram para seu mandato de 4 anos. João Campos disse que “a educação seguirá como passaporte para o futuro, mudando a história de uma geração. Se foi possível sonhar e dobrar o número de vagas de creche, fazendo em quatro anos mais do que foi feito em 40 anos, agora teremos a oportunidade de triplicar. E já estamos no caminho para fazer isso acontecer nos próximos anos, fazendo do Recife uma referência nacional de ensino”

Jornal GGN – Além de Jair Bolsonaro, que já está inelegível e aguarda os julgamentos de outras acusações, como os intentos de golpe de Estado, três fortes aliados bolsonaristas correm o risco de serem cassados e perderem as chances de retornarem ao poder por 8 anos. O Ministério Público Eleitoral já pediu a cassação dos três políticos, e a decisão depende agora do TSE, que irá julgar se estes políticos bolsonaristas perderão os cargos. As ações eleitorais investigam denúncias de abuso de poder político e econômico nas campanhas eleitorais de 2022.

Hora do Povo – “Queridos compatriotas: agradecimentos infinitos pelo vosso heroísmo face à barbárie da guerra econômica que se trava contra nós”, manifestou Miguel Díaz-Canel, Primeiro Secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e Presidente da República, em mensagem nas redes sociais. “Lembremos o ano que termina, não pelos obstáculos e carências. Vamos lembrá-lo por que todos nós – juntos – os derrotamos.”

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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