
Pesquisadores da FGV Ibre mostram que o consumo das famílias envolve também serviços gratuitos ou quase, coletivos ou individuais, bem como ajudas beneficentes. Combinadas, elas acrescem algo como 20 pontos percentuais aos tradicionais 60% classificados por economistas.
Sob outra ótica, são efeitos dos chamados salários indiretos.
É o que mostra o comentário do professor Fernando Nogueira da Costa sobre matéria do Valor.

Um comentário em “Demanda agregada no Brasil: o consumo das famílias”