Demanda agregada no Brasil: o consumo das famílias

Pesquisadores da FGV Ibre mostram que o consumo das famílias envolve também serviços gratuitos ou quase, coletivos ou individuais, bem como ajudas beneficentes. Combinadas, elas acrescem algo como 20 pontos percentuais aos tradicionais 60% classificados por economistas.

Sob outra ótica, são efeitos dos chamados salários indiretos.

É o que mostra o comentário do professor Fernando Nogueira da Costa sobre matéria do Valor.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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