
Quem já estudou as cinco fases do desenvolvimento capitalista até a presente quadra histórica considerará tão ousada como digna de atenção a descoberta de Luiz Müller em seu blogue: a comodização da catástrofe climática, apoiada pela mídia que “vende mais”.
O capitalismo de catástrofe é o mais novo salto mortal do capitalismo em sua busca de novas frentes de comoditização pela financeirização. Para se distanciar cada vez mais da economia real, investindo na espiral especulativa das startups tecnológicas.
O jornalista gaúcho conclui que se trata de “uma entidade abstrata criada pela mídia, para se desviar do segredo que o apocalipse quer nos revelar: uma catástrofe com recorrência, sincronismo, sequência e precipitação. Os indícios reveladores de uma engenharia política do caos”.
Vamos conhecer todas as suas razões.

Um comentário em “O Brasil em chamas e o capitalismo da catástrofe”