
Já se vão 22 anos sem a presença física de João Amazonas, o líder comunista brasileiro que completou a sua vida de 27 de maio de 2.002. Quase sete décadas de dedicação à emancipação do Brasil, como mostra o prefácio de Renato Rabelo, seu sucessor no comando do PCdoB, do livro biográfico “Meu verbo é lutar”.
Suas lições e exemplo de luta vivem entre nós.
José Reinaldo de Carvalho também conta a vida do líder. Mais dessa história em 100 anos do partido mais antigo do Brasil.

Um comentário em “João Amazonas, memória viva”