Argentina: dolarização sem reservas cambiais?

Às vésperas da escolha sucessória na Argentina, encontramos o país vizinho ao Brasil hiperinflacionado e com parcela significativamente maior que a brasileira em condição de pobreza extrema, ao mesmo tempo em que a economia cresce mais e a renda média individual é maior que a brasileira.

Tem uns tantos anos que um primo de lá se impressionava como no Brasil se pensava em real, enquanto lá todos os ativos eram cotados na moeda estadunidense. A dolarização da economia argentina, tema recorrente nos debates eleitorais do país, é analisada por Fernando Nogueira da Costa, em seu blogue Cidadania e Cultura, ao lado de outros aspectos da vida daquele país.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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