Manchetes do dia – 8.9.2023

Viva o 7 de Setembro! Viva o Brasil!

O 7 de Setembro de 1822 representou uma grande ruptura política ocorrida no país. Foi o desfecho de uma longa trajetória que culminou com a conquista da independência pelo povo brasileiro. O fato representou o primeiro grande salto de qualidade na formação da nação brasileira. Pouco mais de 30 anos após a Inconfidência Mineira, o Brasil deixou de ser formalmente uma colônia espoliada e humilhada por Portugal e passou a ser uma nação livre, independente e dirigida por brasileiros. Até hoje ainda há em nosso país quem não tenha compreendido a fundo o caráter revolucionário desta data e o quanto ela representa de avanço na formação da nação brasileira,

“Vamos trabalhar juntos e garantir a soberania do país e do povo”, diz Lula no “Dia da Pátria”

Em pronunciamento nacional no 7 de Setembro, o presidente convocou os brasileiros a se unirem para reconstruir o país e fazer com que o Brasil seja “ouvido de igual para igual no mundo” e seja “um lugar melhor para se viver”. Lula chamou os brasileiros a se unirem na construção de um país independente, livre e solidário. Ele afirmou que “a independência do Brasil ainda não está terminada. Ela precisa ser construída a cada dia, por todos nós, sobre três grandes alicerces: democracia, soberania e união”.

Democracia, soberania e desenvolvimento, as bandeiras do 7 de Setembro

Segundo Adilson Araújo, presidente da CTB, outra questão crucial que deve ser ressaltada neste 7 de Setembro é a soberania nacional. Embora formalmente independente desde 1922, o Brasil tem sido vítima de ingerências econômicas e políticas nocivas das potências imperialistas ao longo da história. Elas comprometem a soberania e o desenvolvimento nacional.

Um 7 de Setembro com oportunidades e esperança

A primeira independência brasileira esgotou-se e está inacabada. O estado herdado está longe daquele necessário. Os vários níveis de soberania – desde a alimentar até a digital, ambiental e espacial – estão precarizados e fragilizados. A engenharia, expressão aguda da sofisticação de um país, foi deliberadamente desmontada, processo que recrudesceu nestes últimos seis anos. Lutamos pela segunda independência.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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