Demanda fraca e juros altos são os principais problemas da indústria no 2º trimestre, diz CNI

“Em junho de 2023, a indústria apresentou piora em seu desempenho, com registro de queda na produção e no emprego industrial”, destacou a entidade, que ressalta no comunicado da pesquisa que “os estoques ficaram acima do planejado pelas empresas” no período. “A queda desses indicadores vem em linha com a perda do ritmo de crescimento devido à política monetária” do Banco Central, criticou a economista da CNI, Paula Verlangeiro. A insatisfação dos empresários da indústria com os juros altos no Brasil, que avança desde 2022, se intensificou neste ano com a demanda interna fraca causada pelos juros em níveis inacessíveis do Banco Central, que, ao travar o consumo de bens e serviços e os investimentos, está desacelerando a economia do país.
Petrobrás anuncia redução de 7,1% no preço do gás natural

“A Petrobrás informa que, a partir de 01/08/23, conforme os contratos acordados pela companhia com as distribuidoras, os preços atualizados de venda de gás natural terão redução média de 7,1% em R$/m³, com relação ao trimestre maio-junho-julho, considerando a variação do preço da molécula e do seu transporte por dutos”, diz trecho do comunicado. Segundo a nota, o preço final do gás natural ao consumidor não é determinado apenas pelo preço de venda da companhia, mas também pelo portfólio de suprimento de cada distribuidora, assim como por suas margens (e, no caso do GNV – Gás Natural Veicular, dos postos de revenda) e pelos tributos federais e estaduais.
Censo escancara drama da moradia: imóveis vazios e milhões sem teto

De acordo com o Censo, feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há 90 milhões de domicílios no país, dos quais 11,4 milhões, ou 12%, estão vagos — à venda, para alugar ou abandonados. Aqui, não estão incluídas as casas de uso ocasional, como aquelas oferecidas por sites de hospedagem ou usadas em temporada. Em relação ao Censo anterior, de 2010, o aumento de moradias desocupadas foi de 87% — naquele ano, havia pouco mais de seis milhões de imóveis nessa situação. O cenário revela um número recorde de habitações vagas. Por outro lado, sobra gente sem lugar para morar ou que vive em condições inadequadas. Segundo dados da Fundação João Pinheiro, de 2019, há cerca de seis milhões de pessoas sem lar e quase 25 milhões vivendo em moradias precárias.
Aldo Rebelo vê riscos à soberania com a atuação das ONGs na Amazônia

A Soberania do Brasil e o desenvolvimento econômico do país estão sob uma grave ameaça internacional. No centro desse enredo, está a rica região amazônica com seus recursos naturais quase que incontáveis. E o grande antagonista dessa história é justamente um personagem que se veste em “pele de cordeiro”, tentando fazer o papel de mocinho ao levantar a bandeira da defesa do meio ambiente: as organizações não-governamentais (ONGs) estrangeiras. O ex-Ministro da Defesa criticou a relação entre as ONGs com instituições governamentais, reafirmando que essas entidades internacionais são, na verdade, um poder paralelo que governa a Amazônia “com o auxílio do Estado formal brasileiro, com o auxílio do Ministério Público Federal, com o auxílio da Polícia Federal, com o auxílio do Ibama, da Funai e do Ministério dos Povos Indígenas”.

Comentário transcrito das redes sociais:
“”Aldo Rebelo vê riscos à soberania com a atuação das ONGs na Amazônia. Li essa matéria e fiquei preocupado, pois Aldo Rebelo faz críticas importantes ao governo Lula. Diante disso, comecei a fazer as seguintes indagações que não foram elaboradas na matéria jornalística:
Quais são os principais riscos à soberania apontados por Aldo Rebelo em relação às atividades das ONGs na Amazônia?
Como as ONGs estão presentes na região e qual é o impacto disso na soberania do Brasil?
Quais críticas específicas Aldo Rebelo faz ao governo Lula em relação às ONGs na Amazônia?
Existem regulamentações ou medidas governamentais para lidar com a atuação das ONGs na região?
Quais são os possíveis benefícios e desafios da presença das ONGs na Amazônia em relação ao desenvolvimento sustentável e à proteção do meio ambiente?
Como as comunidades locais, incluindo povos indígenas, são aproveitadas pelas atividades das ONGs na região?
Qual é o papel do governo brasileiro em supervisionar e controlar as atividades das ONGs na Amazônia?
Existem exemplos positivos de cooperação entre ONGs e o governo na proteção da Amazônia?
Como a atuação das ONGs na Amazônia se relaciona com acordos internacionais e tratados ambientais que o Brasil faz parte?
Quais são as perspectivas futuras em relação à atuação das ONGs na região e à soberania do Brasil?”
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