Com informações do Diário do Comércio

Quem há mais tempo circula na capital paulista sabe que os protestos eram em frente ao Mappin, o outrora famoso magazine da Praça Ramos de Azevedo, defronte ao Teatro Municipal. O informativo da Associação Comercial de São Paulo conta sua história e de outras quatro empresas, em que só a desaparecida Varig não é do comércio varejista. Também não existem mais a Arapuã, Mesbla e as Lojas Brasileiras.





O Mappin chegou ao país em 1913. Os anos de prosperidade se estenderam até a década de 1990, quando iniciou uma grande expansão comprando lojas de empresas concorrentes. Faliu em 1995.
A Mesbla começou sua história em 1912, e chegou ao patamar de 180 lojas em 1980. Nos anos 1990 que a varejista sofreu com a concorrência mais setorizada e a popularização dos shoppings.
A Arapuã chegou a ter 220 lojas. Fundada em 1957, se especializou na venda de eletroeletrônicos. O aumento nos juros pelo governo prejudicou as vendas a prazo e aumentou a inadimplência.
Lojas Brasileiras (Lobras), rede de departamentos e variedades, existiu entre 1944 e 1999, tendo como principal concorrente as Lojas Americanas. O encerramento foi feito para garantir a [Lojas] Marisa.
Em uma crise financeira que se arrastava desde o final da década de 1990, a Varig encerrou suas atividades em junho de 2006, Foi desmontada e depois vendida para a Gol.
Note-se que os prejuízos das empresas cujas histórias foram registradas no Diário do Comércio eram da ordem de dezenas de milhões de reais, ou centenas, em valores de hoje. Assim, o rombo das Americanas é dezenas de vezes maior que os de suas predecessoras.
As marcas Mesbla e Mappin buscan hoje se estabelecer novamente no comércio eletrônico.

Um comentário em “Relembre empresas que passaram por crises, como a da Americanas, e não resistiram”