1º de Maio: o reencontro do Pacaembu com os trabalhadores

Já havíamos registrado a história do Estádio Paulo Machado de Carvalho quando do 80º aniversário do Pacaembu. Mas André Cintra traz, neste momento em que os trabalhadores se mobilizam para o Primeiro de Maio na Praça Charles Muller, uma riqueza de detalhes que não havíamos alcançado.
Uma excelente aula da história paulistana e brasileira.

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Há imenso simbolismo na decisão das centrais sindicais brasileiras de celebrar o Dia do Trabalhador na Praça Charles Miller, em frente ao Estádio do Pacaembu, em São Paulo. Este 1º de Maio Unificado de 2022 marcará, por assim dizer, o reencontro do sindicalismo com um dos locais que mais abrigaram não apenas grandes eventos esportivos – mas também atividades marcantes na luta dos trabalhadores.

No esporte, o estádio paulistano não deve nada a qualquer outra arena nacional. O Pacaembu foi palco de seis jogos da Copa do Mundo de 1950, incluindo uma partida da Seleção Brasileira. Nos Jogos Pan-Americanos de 1963, sediou as cerimônias de abertura e de encerramento, além das competições do atletismo e partidas de futebol. Mais recentemente, foi no Pacaembu que Santos e Corinthians venceram a Copa Libertadores da América – respectivamente, em 2011 e 2012.

Este é seu lado mais conhecido – mas não o único…

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Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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