A economia global encolheu em 2020. Mas houve uma exceção, entre os países mais desenvolvidos, tanto em termos absolutos como relativos à população.
O PIB chinês cresceu, distanciou-se na liderança global do estadunidense e, em termos individuais, avançou duzentos dólares por habitante, pouco mais de 1%.
No Brasil, a queda da produção equiparou-se à dos EUA. A retomada, em bom grau, depende de o governo girar em 180º sua política negacionista e recessiva, em uma palavra, antinacional.

Admiro o trabalho estatístico de Cláudio Considera. Quando fui convidado a palestrar no IBRE-FGV descobri: seus pesquisadores respeitam fatos e dados, não são como os professores de ideologia neoliberal na EPGE-FGV. Compartilho seu importante artigo informativo abaixo.
Recentemente, no artigo “Como o Brasil se situa entre as maiores economias do mundo no pós-Covid”, publicado no Blog do IBRE, mostramos os “rankings” das maiores economias do mundo, com base nos dados do FMI, sob duas métricas: nível do PIB (dólares em preços correntes) e também em dólares, preços correntes, PPP (paridade de poder de compra). Lá concluímos que “em função da queda de atividade econômica do Brasil, somada á forte desvalorização cambial, o Brasil deve perder três posições, e passar a ser a 12º maior economia do mundo em 2020, segundo as projeções do FMI, com base nos dados do PIB em dólar. Já…
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