Duas típicas operações bancárias

Um dos conhecimentos que procuro adquirir nestes tempos de isolamento social refere-se a técnicas de comunicação remota. Uma adaptação aos novos tempos. A prática com programas de animação, usando alguns dos recursos oferecidos gratuitamente, levaram-me a produzir dois vídeos sobre operações bancárias (clique nas imagens para assistir).

De uma forma bastante simplificada, procuro no primeiro deles ilustrar o que seja a intermediação financeira entre duas pessoas que não se conhecem, mas cujos interesses complementam-se e permitem ao banco, autorizado em lei para tal, absorver uma parte dos recursos de cada um, lastreado principalmente na confiança que inspira em ambos.

Operação bancária de intermediação financeira

A segunda animação mostra uma operação bancária sem clientes, baseada no oportunismo operacional, é claro, mas também em autorização pública para operar em câmbio. É a arbitragem de moedas, cujo ganho é meramente financeiro e baseado em falhas do mercado em escala internacional.

Operação bancária de arbitragem de moedas

Sim, sobre os ganhos incidem tributos, mas nem um grama de mercadorias é acrescentado ao mundo no cassino dos derivativos. Alguns dirão que os serviços e negócios especulativos bancários envolvem custos operacionais, mormente de pessoal e processamento de dados, mas é simples verificar que eles são, no Brasil, plenamente cobertos pelas tarifas.

Claro, a Autoridade monetária, além da autorização, exige um capital mínimo para uma firma se estabelecer no ramo financeiro, bem como limita a alavancagem sobre ele.

Porém hoje, além de dar os primeiros passos na arte da animação, procuramos apenas ilustrar o básico de duas das operações que os bancos fazem com reduzido risco e ganho fácil.

Contamos à CTB um pouco da função do dinheiro na nossa vida, assista também o vídeo se quiser saber um pouco mais.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Instituto Cultural Israelita Brasileiro, conselheiro da CNTU e Aguaviva, membro da direção estadual paulista do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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