Ampliar os serviços públicos; valorizar os servidores em combate pela vida

Múltiplas – e providas em concurso público – são as especialidades profissionais que fazem o Estado funcionar para os cidadãos.

Parte delas é concomitantemente oferecida pela iniciativa privada e outra cabe somente a servidores públicos exercer.

Mas todos estão igualmente empenhados em derrotar o vírus.

O Fórum Nacional Permanente das Carreiras Típicas de Estado – Fonacate – clama pelas condições adequadas ao trabalho. A resposta oficial realmente lembra a história da “granada no bolso”: reduzir salários, aumentar os descontos previdenciários, reformar o Estado para pior, acelerar a volta aos locais de trabalho.

Destaquemos seus postulados.

  • assinalar, mais uma vez, o caráter recessivo, regressivo, e anti-nacional da agenda de reformas ultraliberais de subtração de direitos e de destruição das políticas públicas;
  • defender a ampliação imediata do gasto público na proporção das necessidades da população e das empresas em dificuldades, por exemplo, elevando valores e prazos do auxílio emergencial;
  • postular revisão, no pós calamidade, das regras fiscais brasileiras, a começar pela reforma do teto de gastos que impede que os investimentos em saúde e educação acompanhem o crescimento da população;
  • unir-se à mobilização nacional, suprapartidária, em defesa da democracia e dos valores civilizatórios.

Uma declaração de responsabilidade para com os brasileiros titulares de direitos. Afinal, como conclui a representação em 3.6.2020:

É hora de lutar pelo Estado Democrático de Direito, com unidade e responsabilidade.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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