Era eu ainda garoto quando a democracia chilena era, em 1973, suprimida a bombas em La Moneda, por aqueles que um dia juraram servir, de armas na mão, a pátria. O derradeiro discurso de Salvador Allende ao povo que o elegeu presidente, revolucionário das “empanadas” e do vinho, foi de resistência ao golpe organizado desdeContinuar lendo “Allende vive: sonhos são eternos”