Sempre que lemos estatísticas de óbito por determinada doença, é prova inequívoca de que não fomos liquidados por ela ou outras moléstias fatais. O que, obviamente, não significa que não estejamos doentes, infectados ou sujeitos a microscópicos agressores no futuro. Resgato essa história após conhecer o médico santista Evaldo Stanislau, professor doutor – também noContinuar lendo “Evaldo Stanislau, o bom doutor”