Diário do Centro do Mundo – A maioria dos casos de estupros de crianças e adolescentes até 13 anos é cometida por familiares (59,2%) ou algum conhecido (36,9%), principalmente na própria residência (64,9%) das vítimas. Ou seja, pelas pessoas com as quais elas deveriam se sentir mais protegidas e no local que, em tese, consideram o mais confortável. Os dados fazem parte do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026, que traz um retrato da violência brasileira.
Sputnik – Não se reivindica um direito que não se conhece, por isso no Brasil os direitos, especialmente aqueles que são fundamentais, sempre foram restritivos a determinados locais. É o que afirmou a ministra Cármen Lúcia, do STF, em discurso na 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. “[…] Como na história, não apenas no Brasil, mas de todos os povos, as bibliotecas, até século XVII, XVIII, eram proibidas para as mulheres. Porque se você não tem informação, você não tem ciência dos seus direitos”.
Vermelho – As mobilizações que marcaram o encerramento do Julho das Pretas levaram milhares de mulheres às ruas em diferentes regiões do país, reafirmando uma agenda de enfrentamento ao racismo, ao machismo e às desigualdades históricas. Marchas, debates e atividades culturais realizados ao longo do mês colocaram no centro do debate temas como reparação, Bem Viver e mais participação das mulheres negras nos espaços de poder.
Hora do Povo – O presidente russo Vladimir Putin afirmou que o regime de Kiev está “ressuscitando a ideologia nazista abertamente, ao nomear o que consideram unidades distintas das forças armadas em homenagem à UPA [organização colaboracionista sob a invasão hitlerista] e estão realizando novamente cerimônias de enterro para criminosos nazistas” – referindo-se, no caso, ao novo sepultamento do nazista Andrei Melnik com honras de Estado em maio.



