Ascensão e queda da hegemonia dos EUA

Segundo Martin Wolf, principal comentarista econômico do Financial Times, “os Estados Unidos foram os vitoriosos do século XX. Com o fim da União Soviética em 1991, o país não apenas possuía um poder econômico e político sem igual, mas também incorporava valores admirados, da liberdade e do governo constitucional. Isso não durou”.

Então, onde tudo isso poderia acabar?

A boa notícia é: as armas nucleares reduzem imensamente o risco de guerra entre as grandes potências. Além disso, nenhuma grande potência hoje sofre do militarismo do início do século XX e do militarismo ainda mais insano dos anos 1930 e 1940.

Outra boa notícia é a espera dos governos atuais, em sua maioria, de garantirem a prosperidade de suas populações. O crescimento econômico sem paralelos da era pós-Segunda Guerra Mundial fomentou uma demanda por mais prosperidade, basicamente em todos os lugares.

A má notícia é que enfrentamos uma série de desafios que só podem ser superados em conjunto. O meio ambiente do planeta é um deles. Outro é administrar as implicações de novas tecnologias revolucionárias, em particular a inteligência artificial.

O comentarista conclui asseverando que ” aprendemos, sim, com a história. Mas, depois, esquecemos” Recomendamos ler a tradução integral proporcionada por Fernando Nogueira da Costa.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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