
Quando as pesquisas eleitorais de segundo turno presidencial já indicam preferências fora do empate técnico de margem de erro, é oportuna a análise dos dois fatores do título por Luiz Müller.
Por anos, o clã Bolsonaro enfrentou denúncias pesadíssimas no mundo real. Investigações sobre ligações com milícias cariocas, esquemas de rachadinhas e intimidade com personagens do chamado “Escritório do Crime” sempre estiveram nas manchetes.
Porém, para o eleitorado fiel, tudo isso virava apenas “ruído” ou perseguição política. O impacto prático dessas denúncias na base parecia zero.
Mas bastou o vazamento de um áudio pelo The Intercept — onde o senador Flávio Bolsonaro cobra intimamente o banqueiro Daniel Vorcaro para salvar o financiamento de um filme biográfico sobre seu pai — para provocar uma crise sem precedentes e enterrar seus planos presidenciais
Confira todos os porquês.

Um comentário em “Por que a estética e narrativa derrubam Bolsonaros mais que a realidade de crimes e condenações?”