
Segundo Luiz Müller, O Brasil consolida sua posição como peça-chave na geopolítica mundial ao ser convidado para participar da reunião do G7 sobre minerais críticos, que ocorrerá dia 17/04, em um momento em que as maiores economias do mundo buscam segurança em suas cadeias de suprimento.
Não é um evento qualquer: ver o Brasil sentado à mesa com os sete países mais ricos do mundo ocidental para discutir o futuro da energia e da tecnologia é o reconhecimento definitivo da nossa relevância estratégica.
Contudo, a postura brasileira atual vai muito além de aceitar um convite. O país sinaliza que o tempo de ser apenas um “exportador de terra bruta” ficou no passado. O foco agora é a soberania mineral, garantindo que a exploração de terras raras e minerais críticos, como o lítio e o nióbio, venha acompanhada de contrapartidas reais: investimentos em processamento local, geração de empregos qualificados e, acima de tudo, a cessão de tecnologias.
