Brasil no G7: de fornecedor a sócio tecnológico na Nova Ordem de Minerais Críticos

Segundo Luiz Müller, O Brasil consolida sua posição como peça-chave na geopolítica mundial ao ser convidado para participar da reunião do G7 sobre minerais críticos, que ocorrerá dia 17/04, em um momento em que as maiores economias do mundo buscam segurança em suas cadeias de suprimento.

Não é um evento qualquer: ver o Brasil sentado à mesa com os sete países mais ricos do mundo ocidental para discutir o futuro da energia e da tecnologia é o reconhecimento definitivo da nossa relevância estratégica.

Contudo, a postura brasileira atual vai muito além de aceitar um convite. O país sinaliza que o tempo de ser apenas um “exportador de terra bruta” ficou no passado. O foco agora é a soberania mineral, garantindo que a exploração de terras raras e minerais críticos, como o lítio e o nióbio, venha acompanhada de contrapartidas reais: investimentos em processamento local, geração de empregos qualificados e, acima de tudo, a cessão de tecnologias.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

2 comentários em “Brasil no G7: de fornecedor a sócio tecnológico na Nova Ordem de Minerais Críticos

  1. Grande Iso. Obrigado por ler e compartilhar. Se a gente não faz isto, a nossa turma da esquerda as vezes nem se dá conta. Ficam só esperando cards prontos do governo. Mas a gente precisa é ter argumentos pras conversas do dia a dia, presenciais e tbm no whats. E tu garante argumentos com teus posts. Me valho muito deles pra escrever meus artigos.

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