Manchetes do dia – 31.3.2026

Hora do Povo – A maioria da população brasileira acessa o mercado de crédito por linhas emergenciais, a mais importante e mais cara a do cartão de crédito. Isso impõe, afirma Galípolo, um custo maior que 100% ao ano em termos de taxas de juros. Reconhecendo ainda que esses juros são punitivos. A moderação do presidente do BC, falando em custo maior de 100%, não esconde a verdade de percentuais muito acima disso. Patamares de 430% dos cartões ou de 140% no cheque especial são a realidade das pessoas que precisam recorrer a esse tipo de crédito.

Jornal GGN – Augusto Rocha: os interesses em debate público são de grupos econômicos com nome e sobrenome, mas ganham contorno de ‘interesse do país’. Por outro lado, o interesse de grandes regiões ou de uma quantidade expressiva de pessoas, não ganha as incontáveis horas de debate que demandaria para enfrentar o superar o desafio. Peguemos uma pauta mínima, como exercício, o transporte de ônibus nas cidades.

Economistas pela Democracia – Antônio Prado: o Brasil convive há muito tempo com níveis extremamente elevados de desigualdade social. Essa desigualdade aparece em diferentes dimensões da vida cotidiana: na distribuição da renda e riqueza, nas oportunidades educacionais, nas condições de moradia, no acesso à saúde, na mobilidade social e nas trajetórias profissionais de milhões de pessoas. Trata-se de um fenômeno amplamente documentado por indicadores estatísticos e estudos acadêmicos.

Hora do Povo – Transportando mais de 730 mil barris de petróleo bruto (100 mil toneladas), chegou em Cuba o navio Anatoly Kolodkin. Desafiando as sanções econômicas e o bloqueio econômico imposto por Donald Trump ao país caribenho, esta estratégica ajuda humanitária marca a primeira chegada de um petroleiro à Ilha após três meses de um bloqueio que deixou os 10,9 milhões de cubanos – incluindo escolas, hospitais e até mesmo Unidades de Terapias Intensivas (UTIs) – reféns de apagões.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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