Dizem que escrever é uma arte, escrever corretamente é um desafio, especialmente no nosso vernáculo.

Francisco Cesar Calmon defende o íntegro uso do idioma pátrio para deixar as coisas bem explicadas: “o dever de todo revolucionário na atualidade é pregar a revolução”. 

Calmon entende que é momento de “retomar a luta ideológica contra o capitalismo e o imperialismo”. Mesmo ausente a situação revolucionária, prega-se a necessidade da revolução, faz-se o “combate a ideologia burguesa e o sistema capitalista”.

O advogado e militante histórico no combate à ditadura militar também afirma no artigo publicado na Geração 68:

A história dos governos Lula tem mostrado que ele não quer remoer o passado, e não fez, lamentavelmente, nada no sentido da implementação da justiça de transição.

Na dialética da luta política, ação e organização se retroalimentam. Organização sem ação produz o burocratismo diletante, ação sem organização produz aventureirismo.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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