Leituras de domingo – 8.2.2026

Outras Palavras – O funcionamento é simples. Cada pessoa, ao interagir nas redes, deixa um rastro contínuo de sinais: medos, crenças, preferências, horários de maior fragilidade, temas que provocam raiva, conteúdos que geram prazer imediato, assuntos que disparam indignação moral. Esses sinais são processados por algoritmos que segmentam milhões de indivíduos em distritos cognitivos.

Geração 68 – Francisco Calmon: lembrando Lenin: que fazer? Talvez a reposta esteja no seu artigo seguinte: duas táticas. “A libertação dos operários só pode ser obra dos próprios operários; sem a consciência e a organização das massas, sem a sua preparação e a sua educação, por meio da luta de classes aberta contra toda a burguesia, não se pode sequer falar de revolução socialista”.

Sputnik – A cova do enterro contém uma mistura de esqueletos articulados completos e ossos de partes desmembradas de corpos, incluindo membros dispersos, uma pilha de pernas e uma pilha de crânios. Um dos homens encontrados no poço era excepcionalmente alto, cerca de 1,95 m de altura, o que é mais de 15 cm acima da altura média para os homens no Reino Unido hoje. Ele tinha entre 17 e 24 anos e o seu crânio tinha um buraco de trepanação.

Hora do Povo –  A China ultrapassou mais uma vez os limites entre a engenharia e a ficção científica. Desta vez, fez isso com a apresentação do Luanniao, ou como eles estão chamando, um “porta-aviões espacial” de proporções colossais, de fabricação estatal. A nave militar é o resultado do avanço tecnológico do gigante asiático que tem deixado para trás os seus concorrentes, principalmente os EUA, que estão em declínio tanto econômico quanto tecnológico.

Daqui a pouco no Brasil e o mundo

Arquitetos da mente

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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