Claudio de Moraes – O caso Master, ao chegar ao STF, revelou riscos à estabilidade financeira ao expor fragilidades no arcabouço de resolução bancária. O FMI apontou que a ausência de uma lei formal de resolução e as interferências do Judiciário e de órgãos de controle em decisões técnicas do Banco Central comprometeram a autonomia do supervisor, gerando insegurança jurídica e enfraquecendo a capacidade de resposta a crises.
Orlando Silva – No dia 8 de janeiro de 2023, golpistas e traidores da pátria invadiram e depredaram a Praça dos Três Poderes e as sedes do Congresso Nacional, do STF e do Palácio do Planalto, sob às ordens de Bolsonaro. Pouco menos de três anos depois, a justiça foi feita! Bolsonaro e outros militares de alta patente foram condenados. Mas não podemos baixar a guarda. Por isso, neste 8 de janeiro, o grito em todo o país é um só: SEM ANISTIA PARA GOLPISTAS!
Nizam Guanaes – A contribuição judaica em quase todos os setores de nosso mundo é inegavelmente avassaladora. Não podemos esquecer de tudo isso. Como também sofreram, ao longo da história, pela sua fé. Como não podemos deixar morrer a lembrança tão dolorosa do Holocausto. No dia em que a humanidade esquecer disso, ela não vai poder mais ser chamada de humanidade.
Eliseu Gabriel – Não se trata de ser a favor ou contra Nicolás Maduro. Esse é um falso dilema que apenas obscurece o debate. O fundamental é compreender o que está por trás da tentativa de captura do chefe de Estado venezuelano. Não se trata de fraude eleitoral; não se trata de democracia; não se trata do sofrimento do povo venezuelano. Muito menos de combate ao narcotráfico. O interesse central é o petróleo.




