Manchetes do dia – 21.11.2025

Jornal GGN – Carlos Gadelha: o agravamento da crise ambiental e climática, nas últimas décadas, evidencia a desconexão entre o modelo de produção e consumo da sociedade e as necessidades sociais e ambientais.  A saúde não está à parte desse cenário. Ao mesmo tempo em que os sistemas de saúde sofrem com as pressões geradas por este modelo, também contribuem para a crise ambiental.

Sputnik – A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional decidiu inscrever o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) na dívida ativa da União. A medida foi tomada porque o parlamentar não quitou uma cobrança de R$ 13,9 mil feita pela Câmara dos Deputados. O valor foi recebido de forma indevida enquanto ele estava nos Estados Unidos. Além disso, ele também recebeu auxílio-moradia em março, embora estivesse fora do Brasil.

Vermelho – Depois de mais de uma década em queda, finalmente um respiro: pela primeira vez desde 2012, a taxa de sindicalização dos trabalhadores brasileiros apresenta alta. Os dados divulgados pelo IBGE revelam não só uma inflexão estatística, mas um sinal de vigor no coração do movimento sindical. São trajetórias de luta que compõem o avanço com 9,1 milhões de pessoas (8,9% dos ocupados) associadas a sindicatos, contra 8,3 milhões em 2023: um incremento de 812 mil novos filiados.

Vermelho – A liberação dos arquivos reacende uma das maiores crises políticas da gestão Trump. Epstein, morto em 2019 enquanto aguardava julgamento por tráfico sexual de menores, mantinha relações com empresários, celebridades e figuras políticas — entre eles, o próprio Trump. E-mails obtidos pelo Congresso e divulgados parcialmente sugerem que Trump “sabia sobre as meninas”, muitas delas menores de idade.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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