O pleno emprego chinês

“O modelo chinês procura equilibrar oferta de empregos, via investimento estatal, crédito, escala industrial e urbanização, e demanda por empregos, via demografia, qualificação e necessidades sociais.” É o que demonstra Fernando Nogueira da Costa no artigo abaixo.

Uma combinação de educação e permanente requalificação em STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática, sigla em inglês) com investimentos em produção de alto conhecimento agregado, sem perder de vista as atividades intensivas em mão-de-obra, parece ser a alma-mater do conceito chinês de desenvolvimento com distribuição de resultados.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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