
“O modelo chinês procura equilibrar oferta de empregos, via investimento estatal, crédito, escala industrial e urbanização, e demanda por empregos, via demografia, qualificação e necessidades sociais.” É o que demonstra Fernando Nogueira da Costa no artigo abaixo.
Uma combinação de educação e permanente requalificação em STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática, sigla em inglês) com investimentos em produção de alto conhecimento agregado, sem perder de vista as atividades intensivas em mão-de-obra, parece ser a alma-mater do conceito chinês de desenvolvimento com distribuição de resultados.

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