
Em seu 70º aniversário, o Papa Leão XIV condenou o “acúmulo excessivo de capital”, alertando que ele fomenta instabilidade social e erode a solidariedade. Ele questionou a ONU por “perder eficácia diplomática” em conter essas disparidades, sugerindo que instituições globais falham em promover uma economia mais justa.
O Papa defendeu uma “economia de inclusão”, inspirada na doutrina social da Igreja, onde o bem comum prevalece sobre o lucro individual. “A existência dos super-ricos é um fator para a polarização”, afirmou, citando dados sobre a concentração de renda que beneficiam uma elite minúscula.
Luiz Müller traz mais informações da comemoração no Vaticano.

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