A monetização do ódio

A lógica das plataformas digitais transformou o ódio em um produto rentável. Em nome do engajamento e do lucro, discursos violentos, preconceituosos e desinformativos ganham espaço e financiamento.

Assim o advogado José Franco Lopes introduz o leitor ao rentável negócio de disseminação do ódio. Lembrando que ” cabe ao Estado brasileiro assumir um papel ativo, promovendo tecnologia livre, transparente e com mecanismos de controle dos algoritmos, para que o lucro não continue sendo sustentado pela lógica da destruição”, o integrante da coordenação dos Juristas pela Democracia propõe um modelo digital baseado “em princípios de cooperação, governança compartilhada e valorização do impacto social”.

Quem traz a contribuição ao debate é Luiz Müller:

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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