
A lógica das plataformas digitais transformou o ódio em um produto rentável. Em nome do engajamento e do lucro, discursos violentos, preconceituosos e desinformativos ganham espaço e financiamento.
Assim o advogado José Franco Lopes introduz o leitor ao rentável negócio de disseminação do ódio. Lembrando que ” cabe ao Estado brasileiro assumir um papel ativo, promovendo tecnologia livre, transparente e com mecanismos de controle dos algoritmos, para que o lucro não continue sendo sustentado pela lógica da destruição”, o integrante da coordenação dos Juristas pela Democracia propõe um modelo digital baseado “em princípios de cooperação, governança compartilhada e valorização do impacto social”.
Quem traz a contribuição ao debate é Luiz Müller:

Um comentário em “A monetização do ódio”