Hora do Povo – Na abertura do julgamento de Jair Bolsonaro (PL), o ministro Alexandre de Moraes afirmou que a soberania nacional “não pode, não deve e jamais será vilipendiada, negociada ou extorquida pois é um dos fundamentos da República Federativa do Brasil, previsto na Constituição. “Esta Corte sempre será absolutamente inflexível na defesa da soberania nacional, da democracia e da independência do Judiciário”, afirmou. A fala foi uma resposta direta às chantagens de Trump à Justiça brasileira.
Vermelho – O procurador-geral da República, Paulo Gonet, reafirmou que o núcleo crucial da trama golpista — formado pelo ex-presidente Bolsonaro e outras sete autoridades aliadas — planejou ações coordenadas de ruptura da ordem democrática. Ele também voltou a defender a punição dos réus, julgados pelo STF, e afirmou que não reprimir criminalmente tentativas dessa ordem “recrudesce ímpetos de autoritarismo e põe em risco o modelo de vida civilizado”.
Hora do Povo – Segundo a federação União Progressista, a decisão de deixar o governo federal “representa um gesto de clareza e de coerência. É isso que o povo brasileiro e os eleitores exigem de seus representantes”. As legendas ainda dizem que “haverá afastamento” daqueles que, sendo dirigentes estaduais, não saírem do governo federal. A nota, ao determinar a renúncia para os “detentores de mandato”, como aqueles que se afastaram do Congresso Nacional para virarem ministros, deixa brecha para que alguns membros dos partidos que não tenham mandatos continuem no governo Lula.
Hora do Povo – Segundo C.J. Atkins, editor-chefe do jornal americano People’s World, a criação das “unidades especiais da Guarda Nacional de lei e ordem” autoriza que a força-tarefa criada por Trump comece a recrutar voluntários civis “com aplicação da lei ou outras origens e experiência relevantes” para trabalhar ao lado de entidades federais estabelecidas para cumprir as ordens de Trump em lugares que ele designa como enfrentando uma “emergência criminal”.



