Hora do Povo – 15 mil de pessoas participaram de uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, pedindo pela taxação dos super-ricos, o fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1), além da isenção de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil. O ato, convocado pelos movimentos sociais e partidos progressistas, também repudiou o ataque do presidente de Donald Trump contra o Brasil, ao ameaçar o Brasil com uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros que são exportados para os Estados Unidos.
Vermelho– A Fiesp faz referência a uma das justificativas de Trump para interferir em assuntos internos do país, entre as quais o apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que responde ação no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe. “Apesar do impacto negativo para a indústria brasileira da elevação de tarifas unilateralmente pelos EUA, entendemos que a soberania nacional é inegociável. Este é um princípio balizador”, diz nota da entidade assinada por seu presidente, Josué Gomes da Silva.
Sputnik – A porta-voz da chancelaria chinesa, Mao Ning, criticou a atitude dos EUA de usar as tarifas para pressionar outros países, com Donald Trump violando as regras da ONU. “Igualdade soberana e não interferência em assuntos internos são princípios importantes da Carta da ONU e normas básicas das relações internacionais. As tarifas não devem ser usadas como instrumento de coerção, intimidação ou interferência nos assuntos internos de outros países”, ressaltou.
Jornal GGN– Tome-se o caso do suco de laranja. Em 2024 o Brasil exportou US$ 1,31 bilhão, correspondendo a 305.898 toneladas. Esse suco é fornececido para os seguintes setores: bebidas, alimentos processados, cosméticos e aromatizantes. Os EUA e o Brasil perdem, mas bem que o arroubo de Trump poderia estimular um plano de desenvolvimento visando a industrialização das nossas matérias primas.




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