Hora do Povo – O levantamento de preços de combustíveis da ANP, desta semana, mostra que, apesar do corte no preço da gasolina de R$ 0,17 por litro no valor repassado às distribuidoras, o preço médio nos postos caiu apenas R$ 0,02. A gestão da Petrobrás informou que o preço médio da gasolina tipo A para as distribuidoras passaria de R$ 3,02 para R$ 2,85 por litro, uma redução de 5,6%. A estatal estimava que, após impostos, custos de distribuição e a mistura do etanol anidro, o consumidor sentiria uma economia de cerca de R$ 0,12 por litro.
Hora do Povo – Faturamento e Utilização da Capacidade Instalada também caíram. Segundo Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI: “cresceu por 17 meses, parou de crescer no mês de março e caiu em abril. E isso responde à queda de demanda, de produção, que a gente vem observando nos últimos meses. Uma perda de crescimento na demanda, consequentemente na atividade industrial, que já vinha ser refletindo em faturamento e horas trabalhadas e agora no emprego”.
Jornal GGN – O orçamento público é uma peneira vazada por todo tipo de lobbies. O grande trabalho da Fazenda tem sido garimpar subsídios indevidos, plantados ao longo de anos. Fernando Siqueira, vice-presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras, levanta um tema relevante. Enquanto os países produtores ficam com 80% do petróleo produzido em seus territórios, o Brasil está ficando com menos de 10% do petróleo produzido no pré-sal.
Vermelho – No Fórum Empresarial Brasil-França, Jorge Viana, presidente da Apex Brasil, afirmou que empresários franceses pretendem investir R$ 100 bilhões no Brasil ao longo de cinco anos, a partir de 2026. Lula ressaltou aos empresários dos dois países a importância de ampliar a corrente comercial, que em 2024 marcou US$ 9,1 bilhões, aumento de 8% em relação a 2023, mas inferior ao patamar já alcançado na década passada.



