Jornal GGN – Luís Nassif: o grande problema de países com déficit de informação, como o Brasil, é a pouca atenção que se dá a medidas estruturantes. De Temer a Bolsonaro, houve uma implosão, no setor público, de sistemas fundamentais para o desenvolvimento, como o de ciência e tecnologia, das empresas públicas, depenadas para gerar dividendos.
Hora do Povo – O ministro contou que “sabia o que estava acontecendo, das denúncias. Eu sabia que estava havendo um aumento muito grande, que precisava fazer uma Instrução Normativa para acabar com isso e comecei a me irritar pela demora”. “Foi passando o tempo e o diretor de Benefícios [André Paulo Félix Fidélis] não apresentava nada”, disse Lupi, citando a “incompetência” do então diretor que foi demitido em julho de 2024. “Eu cobrava essa agilidade na Instrução Normativa e ele não concluiu nem o relatório”, completou.
Vermelho – Elder Vieira: já pararam vossas mercês para pensar que, no Brasil, a questão democrática e a questão nacional se imbricam? Ao longo de nossa conturbada história nacional, as classes dominantes brasileiras, em aliança com os interesses forâneos, viveram, como ainda vivem, de golpear nossas tentativas de democracia. Por quê? Porque numa democracia – ainda que limitada, liberal – imperialismo, latifúndio e oligarquias parasitárias não conseguem governar em favor de seus plenos interesses de classe.
Sputnik – “Nossa iniciativa conjunta com a China para estabelecer o ILRS está progredindo ativamente. Treze países já aderiram (Bielorrússia, Paquistão, Azerbaijão, Venezuela, Tailândia, Sérvia, Nicarágua, Senegal, Djibuti, Bolívia), incluindo parceiros do BRICS (Egito, Etiópia, África do Sul)”, disse Bakanov durante uma reunião de líderes das agências espaciais do BRICS. O chefe da Roscosmos acrescentou que China, Índia e Emirados Árabes Unidos enviaram missões a Marte com sucesso.




