A engenharia do caos

Há um século, “movimentos conservadores de massa” ganharam cena na Europa. Dentre eles, o mais denso foi o Partido Nazista comandado por Hitler. Nos tempos atuais, tal movimento voltou a ganhar força a partir dos anos 80, com o advento do financismo nas relações econômicas.

Se o Brasil experimentou quatro anos sob Bolsonaro, a volta de Trump à presidência dos EUA “reafirma velhos temores”, agora alavancados pelas redes sociais, que alimentam ideologias extremistas e moldam o futuro das democracias.

João Gualberto mostra quais são, inspirado pela obra de Giuliano da Empoli, Engenharia do Caos.

Democracia sempre

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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