Manchetes do dia – 3.6.2024

Hora do Povo - “Para que as indústrias se financiem a taxas de juros menores”, defendem os dirigentes, “é preciso reduzir a taxa básica de juros e atacar os componentes do elevado spread bancário”, diz o documento, assinado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), todas as federações estaduais e 74 associações industriais. Os juros do Banco Central, através da Selic, taxa de juros básicos da economia, hoje em 10,50%, impõe grande arrocho ao setor produtivo, impedindo investimentos e novos projetos.

Hora do Povo - A LCD (Letra de Crédito do Desenvolvimento), instrumento novo para financiar a indústria, “permitirá reduzir todas as taxas de juros do BNDES”. “Os bancos públicos, com capital paciente, em que o interesse não é o lucro imediato, são parceiros fundamentais no processo de dar mais competitividade ao financiamento da indústria”, afirmou Mercadante. A expectativa é uma redução de um ponto percentual.

Hora do Povo - Segundo as projeções de 73 consultorias e instituições financeiras, coletadas em pesquisa do Valor Econômico, o resultado positivo da atividade econômica no primeiro trimestre de 2024 deve-se à política do governo de estímulos econômicos, à melhoria do mercado de trabalho e pela colheita agrícola à exportação. Para o ano, as projeções do mercado financeiro indicam para um crescimento de 2%, demonstrando uma desaceleração frente a 2023

Sputnik - Bryen: os Estados Unidos abriram a porta para que as suas armas fossem utilizadas em ataques dentro do território russo, mais um passo no sentido de pensar que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) está na verdade à procura de uma guerra muito mais perigosa que poderá revelar-se contraproducente.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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