O Factotum Cultural traz uma no mínimo curiosa aplicação da inteligência artificial: robôs que atendem em psicologia. A novidade está longe de ser adequada às emoções humanas e autorizada pelas autoridades no Brasil, mas merece ser conhecida e estudada.
Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal.
Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.
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Um comentário em “Inteligência artificial no tratamento de saúde mental”
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