Hora do Povo – O presidente Lula afirmou, na abertura da primeira reunião ministerial ampla de 2024: “todo mundo sabe também que ainda falta muito para gente fazer. Por mais que a gente tenha recuperado Farmácia Popular, Mais Médicos, por mais que a gente tenha feito clínica, a gente ainda tem muito para fazer em todas as áreas. E muito não é nada estranho. É tudo aquilo que nós nos comprometemos a fazer durante a disputa eleitoral”, disse o presidente, destacando que o governo vai fazer todo o esforço para acelerar as realizações.
Hora do Povo - No Brasil, 60,1% da população vive com até 1 salário mínimo por mês, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O feijão e o arroz, básicos na mesa do brasileiro, subiram de preços no início do ano. O quilo do feijão aumentou em todas as capitais; o do arroz em 14 capitais e as variações oscilaram entre 1,02% no Rio de Janeiro e 9,44% em Natal; o pão francês subiu em 13 das 17 capitais; o preço da banana aumentou em 16 das 17 capitais; e o da manteiga aumentou em 14 capitais.
Depois de cancelar atos sobre ditadura, Lula desiste também de Museu da Memória e dos Direitos Humanos

G1 – O projeto do governo federal de criar um Museu da Memória e dos Direitos Humanos, focado no período da ditadura militar, naufragou. A iniciativa foi lançada pelo ex-ministro da Justiça, Flávio Dino, durante viagem ao Chile em setembro de 2023, durante um evento para rememorar os 50 anos do golpe militar naquele país. Segundo fontes do Ministério da Justiça e do Palácio do Planalto, o projeto não avançou e nem sairá do papel, uma vez que há uma decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não provocar atritos com os militares.
Vermelho – A Corte Internacional de Justiça já estabeleceu que Israel faça o que for necessário para impedir o genocídio em Gaza. Entre as medidas seria necessário permitir a entrada de assistência humanitária e reestabelecimento de serviços básicos, principalmente porque a população está sem acesso a alimentos. No entanto, em um documento apresentado no tribunal, Israel pediu para a corte não emitir mais ordens de emergência para a entrada de ajuda humanitária.



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