Por Cristiano Zanin e Graziella Ambrosio
Das quatro defesas elencadas no estudo (algorítmica, corretiva, legislativa e psicológica), a criação de uma “vacina” preventiva à manipulação envolve o conceito de “vírus morto ou modificado”, oferecendo pequenas doses de conteúdo falso, com avisos sobre isso, de modo a imunizar as pessoas contra as operações psicológicas de manipulação.

Os cérebros estão se tornando os novos campos de batalha. As guerras não são mais travadas apenas nas frentes de combate, pois as mentes humanas surgem como um novo cenário de guerra. As armas não precisam mais ser unicamente de natureza física, mas algumas podem consistir apenas em informações projetadas para manipular as emoções e o comportamento humano.
Por Cristiano Zanin Martins e Graziella Ambrosio no CONJUR
A manipulação psicológica do inimigo — chamada de guerra cognitiva — tem produzido efeitos práticos até mais contundentes do que a destruição física de coisas e a eliminação de adversários. Seu objetivo é influenciar opiniões, crenças, percepções e comportamentos do público-alvo. Visa alcançar alguma mudança no domínio psicológico dos indivíduos usando informação e desinformação.
No contexto da guerra cognitiva, as “operações psicológicas”, também conhecidas comoPsyOps, ganham destaque por seu impressionante impacto desestabilizador. O termo surgiu no seio do Exército durante a 1ª Guerra Mundial…
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3 comentários em “Guerra cognitiva: o uso de operações psicológicas (PsyOps) online para manipulação da mente humana”