O professor Fernando Nogueira da Costa mais uma vez destaca a importância do mercado de capitais para o desenvolvimento econômico por meio da criação e fortalecimento de empresas. A matéria correlaciona também os juros da Selic com a expansão e a retração do lançamentos primários de ações e debêntures – e o patamar dos juros certamente condiciona o uso do dinheiro novo arrecadado. Se o mecanismo de captação empresarial tiver vínculo com a produção do que o Brasil precisa, mas assertiva será a iniciativa.
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Título original: CEMEC: “o mercado de capitais, o ‘desmanche do BNDES’ e as inovações regulatórias do BCB definiram o novo padrão de financiamento das empresas brasileiras” ou a baixa e a alta SELIC?

O sistema financeiro brasileiro evoluiu em sua função de financiamento das empresas nos últimos anos na esteira da evolução do mercado de capitais, da revisão do papel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da implementação da agenda de inovação regulatória do Banco Central (BC). Em setembro de 2022, 79% do saldo total de dívida das companhias estavam alocados em operações de dívida corporativa e crédito com recursos livres, ante 61% no final de 2016.
As conclusões são do estudo “Mercado de capitais, o ‘novo BNDES’ e inovações regulatórias do BC definem o novo padrão de financiamento das empresas brasileiras”, elaborado pelo Centro de Estudos de Mercado de Capitais da Fipe (Cemec-Fipe) e antecipado ao Valor.
Em um momento de troca de governo e dúvidas sobre o papel que será exercido, por exemplo, pelos bancos públicos, o estudo destaca que a continuidade dos avanços institucionais…
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