Especialistas apostam em corrida acirrada ao Planalto em 2022

Assiste razão ao Correio Braziliense quando afirma que a corrida ao Planalto está acirrada. Consultado, o analista Marcelo Senise acha que “o que vai ter menos na campanha é a discussão de propostas, infelizmente, e isso é uma ameaça à democracia”. Já o professor Oreiro esclarece que “estará em discussão nas eleições de 2022 não é esquerda e direita. É civilização e barbárie.” E resume com precisão a barbárie que acomete o país: agravamento da crise econômica, aumento da pobreza, devastação ambiental, uma cultura de ódio e os números trágicos da pandemia da COVID-19.
No entanto, nutre certa expectativa que o líder de intenção de votos é o único capaz de proporcionar a vitória eleitoral do campo nacional e democrático. Nos dois últimos pleitos, os favoritos não chegaram à urna eleitoral e o resultado é bem conhecido. Vamos precisar de todo mundo para afastar “o pior presidente da história do Brasil”.
O Eng. César Cantu, na Engenharia pela Democracia, discorreu sobre o ressentimento ultraliberal com o ex-governador paulista Geraldo Alckimin e sua opção pelo Brasil. A composição mais interessante para a reconstrução nacional é a que “não invalide o objetivo estratégico principal: a derrota eleitoral cabal do Esquema Bolsonaro”.
Em 2022, frente ampla por uma Pátria livre.

José Luis Oreiro

Com 12 pré-candidatos no páreo pela disputa da Presidência da República – um a menos do que em 2018, urnas serão desafio para Bolsonaro

Presidenciáveis até o momento, o presidente Jair Bolsonaro, o ex-presidente Lula e o ex-juiz Sérgio Moro lideram disputa. Ciro Gomes e o governador João Doria seguem logo atrás nas pesquisas

Decisivo para o futuro do país, 2022 será um ano em que as atenções de grande parte dos brasileiros estarão voltadas para as eleições gerais de outubro, em especial para a disputa que vai decidir quem será o próximo presidente da República. Até o momento, ao menos 12 pré-candidatos estão no páreo, entre os quais o atual titular do Planalto, Jair Bolsonaro (PL), que concorrerá a um segundo mandato.

Esse número de postulantes é alto. Ele supera os de 1994, 2002, 2006, 2010 e 2014 e empata com 1998. A última disputa presidencial, em 2018, reuniu…

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Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, conselheiro da Casa do Povo, CNTU e Aguaviva, membro da direção estadual paulista do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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