A farsa da Sara Winter chinesa

Ao que não conhecem, Sarah Winter era o codinome de uma espiã nazista do século passado. O que vai escrito no guarda chuva da meliante local, para quem não conhece o idioma chinês, é “acabem com o socialismo, derrubem o PC da China”.

Os resultados alcançados pelo país e povo asiático são bem conhecidos: o fim da pobreza extrema, o crescimento econômico acelerado, mesmo sob a pandemia, o respeito aos direitos do trabalho, as vacinas e a cooperação internacional.

Saiba mais na cobertura da Hora do Povo:

“Notícias circularam no dia de ontem (29) dando conta da prisão de uma suposta ‘jornalista’ chinesa chamada Zhang Zhan. A agência Reuters, que chegou a noticiar a matéria em primeira mão, adotou rapidamente uma postura mais cautelosa ao alterar o título, atribuindo à chinesa a condição de cidadã-jornalista, ou seja, não se trata exatamente de uma jornalista, mas de uma cidadã chinesa, uma ex-advogada que se passa por jornalista.

O termo cidadã-jornalista foi, na verdade, utilizado por setores da mídia para designar bloggers que protestavam contra o lockdown chinês, como Zhang Zhan, denunciada, precisamente, por práticas que contrariavam as medidas sanitárias que foram determinadas pelo governo da China para combater a pandemia, bem como estimulavam a população a desobedecê-las. Tais medidas executadas pelo governo chinês protegeu a saúde das pessoas, salvou vidas e permitiu a retomadas das atividades econômicas, enquanto o que foi apregoado por Zhang Zhan deu errado e ceivou vidas mundo afora.

Zhang Zhan justificava tais atitudes em nome da ‘liberdade’, algo que se assemelha aos adeptos do bolsonarismo no Brasil e contraria o trabalho desenvolvido por jornalistas no mundo todo que atuam para desmascarar o obscurantismo através da revelação e análise dos fatos e defendem a ciência a serviço da vida e da saúde pública.

Aliás, o próprio Bolsonaro, em diversas ocasiões, afirmou que os brasileiros tinham que ter a “liberdade” para aderir ou não às medidas de distanciamento social implementadas especialmente no início da crise sanitária e, agora, mais recentemente, ao direito de recusar a vacina. (os fatos sobre Zhang Zhan, +513 palavras).

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Instituto Cultural Israelita Brasileiro, conselheiro da CNTU e Aguaviva, membro da direção estadual paulista do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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