Quando em 2008 o Presidente do Brasil ousou chamar de “marolinha” o impacto no país da severa crise hipotecária dos EUA, a capitalização mínima dos bancos definida nos acordos de Basileia era de 8% dos negócios totais – e no conservador Brasil, 11%. Era um acordo prudencial do qual os EUA não participavam e, porContinuar lendo “Desregulamentação do sistema financeiro no EUA traz preocupações para a poupança popular”