Hora do Povo – O presidente Lula afirmou que o Brasil deve pensar no futuro e investir na industrialização para se tornar uma “grande nação”. Candidato à reeleição, ele defendeu a soberania na exploração e transformação das terras raras e minerais críticos. O evento de lançamento da candidatura de Lula foi feito na Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP), local simbólico das lutas dos metalúrgicos do ABC nas décadas de 1970 e 1980, onde Lula começou sua trajetória política. Ele começou seu pronunciamento relembrando sua trajetória e as lutas que liderou nesse período.
Hora do Povo – Cada vez mais vai ficando claro que o presidente Lula representa o futuro do Brasil, representa o caminho para a conquista da independência efetiva do país e a felicidade do povo. Lula é a garantia de que podemos conquistar o desenvolvimento acelerado para atingir a tão necessária melhora da vida da população brasileira. Já o candidato fascista representa o velho entreguismo, a velha submissão, que tanta miséria e tanta fome traz para o povo brasileiro. Flávio quer cortar salários e oferece tudo para os EUA e nada para o povo de seu país, se é que ele se considera brasileiro.
Hora do Povo – O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), despachou para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1, após ter conversado com o presidente Lula. “Tive uma importante conversa institucional com o presidente Lula. Foi um diálogo maduro, franco e republicano, fundamental para compreender as prioridades do governo e tratar da agenda legislativa de interesse do nosso país”, informou Alcolumbre.
Vermelho – Os meios de comunicação israelenses reconheceram que a recente guerra contra o Irã será lembrada pela história como a derrota estratégica mais contundente dos EUA e Israel. Segundo as análises, Washington saiu do conflito “ridicularizado e humilhado”, com o resultado atual sendo descrito como um colapso pior do que o sofrido na Guerra do Vietnã. Nesse sentido, o jornal Haaretz advertiu que os Estados Unidos evitarão qualquer tentativa de impor sua vontade por meio da força das armas.



