Hora do Povo – O deputado Pedro Uczai (PT-SC) afirmou que Flávio Bolsonaro (PL) quer levar o Brasil para a mesma política econômica de fome do pai e vai “trazer de volta a fila do osso, o desemprego e a falta de ganho real”. Pedro Uczai citou que o povo ficará “sem aumento real no salário mínimo e aposentadorias”, lembrando que Bolsonaro os reajustes atingiam, no máximo, a inflação. Em 2021, por exemplo, a inflação calculada pelo INPC foi de 10,16%, mas o reajuste no salário mínimo foi de somente 5,26%, gerando uma perda para os trabalhadores”.
Hora do Povo – Mais uma prova de que Jair Bolsonaro e Roberto Campos Neto foram cúmplices de Daniel Vorcaro veio à tona. Artigo de Jeferson Miola no site de notícias 247, revela que as normas do Banco Central não permitiam que o Banco Master pudesse funcionar sob a direção de Vorcaro. Se tivesse obedecido a Resolução BCB nº 4.122, de 2 de agosto de 2012, a norma vigente até 25/11/2021, a diretoria de Campos Neto jamais poderia ter autorizado a mudança do bamco Máxima para Banco Master, pois Daniel Vorcaro era investigado na Operação Fundo Fake, da Polícia Federal.
Hora do Povo – O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) denunciou que os bolsonaristas querem derrubar o veto do presidente Lula ao PL da Dosimetria para beneficiar Jair Bolsonaro e “traficantes, milicianos, pedófilos e estupradores”. Em suas redes, o parlamentar comentou o caso do assassino de Marielle Franco, o major Ronald, que pode ser beneficiado caso o texto do PL da Dosimetria entre em vigor. “O major Ronald foi condecorado por Flávio Bolsonaro. Um miliciano que foi condenado pelo assassinato da Marielle e tem uma pena de 56 anos”, explicou.
Vermelho – Esses caminhos não obedecem a uma linearidade evidente, distribuem-se pela cidade como uma rede que conecta estratégia militar, ação política, repressão, resistência e memória, exigindo do visitante disposição para o desvio, para a pausa e para o deslocamento, já que nem todos os pontos se encontram ao alcance de uma caminhada contínua, sendo necessário, em determinado momento, deixar o centro, tomar um ônibus e atravessar uma Lisboa menos evidente para compreender que a revolução também se desenhou fora do olhar imediato, num espaço onde tudo ainda era silêncio, cálculo e decisão.




